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Empresas de saúde e finanças movimentam o mercado de escritórios no Rio de Janeiro

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Cidade permanece sem novas entregas nas Classes A+A e B.

O mercado de escritórios corporativos no Rio de Janeiro nas Classe A+A e Classe B permanece sem registrar entregas no primeiro trimestre de 2020. Atualmente, o inventário de imóveis Classe A+ A está em 1.680 mil m² e da Classe B segue com 977 mil m². O estudo foi realizada pela Colliers International Brasil.

Os destaques da cidade no primeiro trimestre de 2020 ficam por conta das regiões do Porto, que registrou a maior locação do trimestre para a Classe A+A (empresa do setor financeiro) e da Orla, na Classe B, que apresentou uma locação de aproximadamente 10 mil m² para uma empresa de saúde. A Absorção Bruta de A+ A foi de -2 mil m². Para Classe B o indicador foi de 3 mil m². Já a Absorção Líquida dos escritórios corporativos na cidade ficou positiva nas duas classes: 29 mil m² na A+ A e 8 mil m² na B.

De acordo com a Colliers Brasil, nos escritórios Classe A+A, as regiões Porto, Centro e Barra da Tijuca apresentaram Absorção Bruta de 10 mil m², 8 mil m² e 9 mil m², respectivamente. Para Classe B foram as regiões da Orla (17 mil m²), Centro e Barra da Tijuca (ambas com 4mil m²) que tiveram melhor perfomance. O total de Absorção Bruta de janeiro a março de 2020 foi de 28 mil m² na Classe A+A e 26 mil m² na B. As principais locações foram realizadas para empresas dos setores de saúde e finanças.

A Taxa de Vacância no Rio de Janeiro apresentou leve queda na Classe A+A e permaneceu estável na Classe B. Em 2020, os imóveis A+A apresentavam 30% em contraponto aos 33% registrados no mesmo periodo do ano anterior. Já a Classe B caiu de 33% (2019) para 32% (2020). As regiões com as maiores Taxas de Vacância para Classe A+ A são Cidade Nova (46%) e Barra da Tijuca (33%); enquanto as menores estão na Zona Sul (0%) e Orla (18%). Para o mercado Classe B, as regiões da Barra da Tijuca e Centro ( ambas com 35%) têm as maiores taxas; ao passo que Zona Sul (21%) e Orla (20%) possuem as menores.

Com a taxa de vacância elevada, o preço médio pedido segue em queda. Na Classe A+A foram de R$101 no primeiro trimestre de 2019 para R$95 no mesmo período em 2020. Já Classe B os valores passaram de R$73 em 2019 para R$66 em 2020. Os preços mais altos da cidade são os edifícios da Classe B na Zona Sul (R$168/m²). Na Classe A+A, Centro lidera com R$103/ m².