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Consecutivas quedas na taxa de vacância e crescimento da Região

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Embu é destaque no mercado de condomínios logísticos de São Paulo

Os últimos três anos foram marcados por um cenário de reaquecimento do mercado imobiliário de escritório de alto padrão na região de Embu, em São Paulo. Segundo as estatísticas da Colliers International Brasil, desde 2016 a taxa de vacância caiu oito pontos e no terceiro trimestre de 2019 ficou em 11%. A previsão da Colliers é que até o final do ano a taxa de vacância chegue a 9%, e em um cenário ainda mais otimista atinja 7%. O preço médio pedido da região registrado no primeiro trimestre desde ano foi de R$ 18,9 m²/mês.  

A região tem se destacado por ter fácil acesso a malha viária, além de interligar as principais rodovias do estado de São Paulo. Embu tem demonstrado que além de ser um dos principais mercados de galpões para locação, também possui resiliência em períodos mais críticos. Enquanto muitos mercados sofriam com pressão de preços e muita oferta, a disponibilidade na região se manteve controlada, muito em função do acesso para a capital não possuir pedágio e por permitir acesso rápido ao Rodoanel, via que liga a região metropolitana de São Paulo as rodovias que acessam o litoral e ao Porto de Santos.

Ser um dos principais mercados de São Paulo fez com que Embu continuasse seu desenvolvimento. A perspectiva é que a região recebe em 2020 um condomínio de galpões, com aproximadamente 40 mil m² e já com contratos de pré-locação em curso. Devido à baixa oferta local e por ser um dos condomínios de galpões mais eficientes da região, aliado a uma localização diferenciada, a região permite fácil o acesso ao trevo de Itapecerica da Serra, facilitando a logística de retorno para a capital ou seguindo pela Rodovia Régis Bittencourt para atender a região sul do país.

  

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