O Reino Unido é a maior economia europeia de e-commerce, com as vendas online próximas dos 150 mil milhões de euros. Na Alemanha, em Espanha e na Polónia é onde os consumidores online mais têm crescido, impulsionando o mercado logístico nesses países de forma a garantir o cumprimento das entregas.

Paul Souber, Head da EMEA Retail da Colliers, comentou: “Numa era globalizada, é natural que o comércio se transforme num processo homogeneizado, porém com algumas diferenças como é o exemplo do pagamento dos bens. Estes padrões de consumo têm ramificações importantes para os comerciantes e para os promotores e proprietários de espaços comerciais. Embora o comércio online tenha vindo a diminuir eventuais expansões de flagship stores, no plano inverso também tem aumentado a procura de espaço, na medida em que algumas marcas online procuram espaços físicos de revenda e os espaços de logística se tornam cada vez mais importantes como forma de garantir o cumprimento das entregas”.

A percentagem de transações online internacionais também tem vindo a crescer rapidamente, na medida em que a confiança dos consumidores nos sites estrangeiros também cresce. Os mercados inglês, americano, chinês e alemão são os maiores exportadores online. Em 2020, 45% dos consumidores online comprarão de sites estrangeiros, com o valor de 215 mil milhões de euros em 2014 a crescer até aos 950 mil milhões de euros.

Para consultar o relatório, aceda aqui (versão em inglês).