2013 Global Investor Sentiment

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Os grandes investidores mundiais planeiam aumentar o seu portfolio

Como é que os maiores investidores mundiais vão gerir o seu portfolio em 2013?

A região preferencial para um aumento do investimento imobiliário mundial em 2013, são os EUA, logo seguidos pela Ásia e pela Europa Ocidental, em particular Londres, Paris e algumas cidades alemãs; de acordo com o mais recente 2013 Global Investor Sentiment report.

Os inquiridos neste survey – os maiores investidores, privados e institucionais, representando uma ampla fatia do investimento imobiliário global – deram a sua opinião sobre o futuro global e regional do investimento imobiliário nos próximos 12 meses e nos próximos anos. Com perto de 500 respostas dos investidores em imobiliário mais activos dos EUA, Canadá, América Latina, Ásia e Pacífico, Europa, Médio Oriente e África, os resultados identificam vários indicadores que indiciam um sentimento dos investidores algo mais optimista, com diversos planos de expansão, para 2013, e migração de fundos para oportunidades de investimento offshore. A falta de qualidade no stock e as dificuldades de financiamento permanecem como os principais obstáculos aos planos de expansão.

• Retoma Consistente: O volume de investimento deverá continuar a crescer lenta, mas sustentadamente, nos mercados ocidentais, em 2013. As oportunidades de investimento serão cada vez menores, à medida que os investidores se concentram num reduzido número de localizações estratégicas.
• Dentro ou Fora: Os investidores asiáticos, da EMEA e da América Latina são os que mais acedem a fundos fora das suas regiões. Os investidores asiáticos apenas utilizaram 40% dos seus fundos locais, utilizando fundos substanciais de outras zonas, comos dos EUA (20 por cento) ou da Europa Ocidental (19 por cento). Na América Latina, os EUA asseguram aproximadamente um terço do financiamento total, com a Europa Ocidental a assegurar pouco menos de 15 por cento. O mercado canadiano é quase auto-suficiente com cerca de 78% do seu investimento assegurado por financiadores locais.
• Portos de Abrigo: Os investidores preferem activos imobiliários nos mercados mais “seguros”, como Londres, Paris, Frankfurt, Hamburgo, Munique e New York. Londres e New York são os únicos mercados considerados como chave para investidores de regiões diferentes. Em 2013, os investidores continuarão a privilegiar esses mercados, enquanto monitorizam de perto as consequências das eleições nos EUA e a evolução dos problemas na Zona Euro.
• Local vs. Offshore: Embora muitos investidores continuem a preferir investir nos seus mercados locais, há outros (aproximadamente 25 por cento) que preferem investir fora da sua zona de conforto. Os investidores que actuam fora do seu mercado preferem a Europa Ocidental. Por sua vez, os investidores asiáticos procuram oportunidades mais perto de casa, na Austrália e na Nova Zelândia.
• Investimento Arriscado: A preservação do valor e a obtenção de um rendimento seguro permanecem como a prioridade para a maioria dos investidores. Contudo, nos próximos 6 meses, os investidores asiáticos, norte-americanos e da América Latina são os que estarão mais predispostos a aceitar investimentos com uma maior componente de risco.
• Prefência de Sectores: A nível mundial, os investidores demonstraram uma forte preferência pelo sector de escritórios. Contudo, nos EUA e na América Latina, optam preferencialmente pelo sector industrial, enquanto que na Austrália, Canadá e Nova Zelândia manifestaram um interesse crescente pelo investimento em centros comerciais.
• Obstáculos ao Crédito: A maioria dos mercados da Europa, Médio Oriente e África continuarão a ter muitas dificuldades no acesso ao crédito, em 2013. Os investidores asiáticos são aqueles que terão maior apetência para aumentar o seu nível de endividamento, enquanto que os investidores na América Latina evitarão aumentar a sua dívida.

• Apesar dos problemas económicos e dos receios sobre o desmantelamento da zona Euro, muitos investidores (60 por cento) ainda consideram esta como uma boa latura para investir, procurando expandir o seu portfolio no curto prazo.
• Londres e as principais cidades alemãs continuam a atrair investimento internacional, muito em função da percepção de que gozam enquanto “porto de abrigo”. Em particular, 74 por cento do investimento em Londres, até Outubro deste ano, foi ou envolveu fontes internacionais.
• A falta de oferta é considerada como o principal constrangimento, sobretudo dada a preferência por escritórios no CBD, e a escassez de promoções em muitos mercados Europeus, que exponenciou a falta de espaços de elevada qualidade.

Portugal permanece com as portas quase fechadas ao investimento estrangeiro. Joaquim Chambel, administrador da Colliers International em Portugal e Angola indica que “A selectividade rigorosa dos investidores estrangeiros é muito mais acentuada em relação a Portugal, em função de todos os problemas financeiros que condicionam o ano de 2013 no nosso país. Contudo, pontualmente, em sectores específicos e com um nível de risco sistémico reduzido, é possível atrair investidores estrangeiros de grande volume para alguns negócios em Portugal, como tem acontecido com a Colliers International”.

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