Os African Property Awards são uma parte dos International Property Awards, atribuídos há longos anos, simbolizando o logotipo dos vencedores, a excelência no desempenho das diversas actividades imobiliárias. A obtenção de um destes cobiçados prémios é um atestado de excelência inequívoco da qualidade da Colliers International.

O processo de selecção dos vencedores implica uma análise criteriosa de cada uma das actividades relevantes dos participantes, conduzida por um painel de 60 experts. Stuart Shield, presidente dos International Property Awards, refere “Este ano, recebemos candidaturas de 10 países diferentes e a qualidade média foi extremamente elevada. Qualquer um dos vencedores demonstrou um excepcional nível de profissionalismo e competência em cada um dos seus respectivos campos de actuação”.

A vitória da Colliers International em Angola e África soma-se a outras vitórias de escritórios Colliers, designadamente em duas categorias na Ásia, na Europa e no Reino Unido. Joaquim Chambel, administrador da Colliers International em Portugal e Angola, demonstrou o seu contentamento “Este conjunto de vitórias premeia a excelência dos serviços prestados pela Colliers International, o nosso emprenho na prestação de um serviço de qualidade e a utilidade que aportamos nas soluções que oferecemos aos nossos clientes. Angola é um mercado emergente, difícil mas com oportunidades e desafios. Temos que agradecer esta distinção aos nossos clientes mas também aos nossos colaboradores que têm estado à altura dos desafios que se lhes colocam.”

A Colliers International está presente em Angola desde 2008. Nuno Serrenho, Director Geral da Colliers em Angola, não escondia a sua satisfação “Todos os dias trabalhamos com o intuito de satisfazer os nossos clientes pela via de uma oferta de serviços imobiliários adequados às suas necessidades. Ao longo destes anos, acompanhamos as instituições que se vêm instalando em Angola oriundos de Portugal e de outras origens e construímos relações fortes com diversos clientes locais, desde instituições bancárias a empresas multinacionais, desde organismos internacionais não lucrativos a empresas locais em crescimento”. Muitas vozes euro-cêntricas tendem a desvalorizar África, mas Joaquim Chambel discorda “Claro que nem sempre é fácil trabalhar em mercados menos profissionalizados, e, algumas vezes, deparamo-nos com desafios diferentes dos habituais, mas acompanhar o crescimento de um mercado, como o de Angola, é assistir a história na primeira fila”; “receber uma recompensa por fazermos aquilo de que gostamos é difícil de descrever” conclui Nuno Serrenho.